Fui ao museu do prado. E fiquei bobo, principalmente com os dois pintores pricipais da exposição, Velasquez e Goya. Principalmente Goya, que é muito bom. Adorei as fotos dos quadros estaram entrando em breve, prorém infelismente, na sua maioria não ficaram muito boas, pois o museu não permite o uso de flash, e a iluminação do museu não é muito forte.
Alias a minha critica ao museu é justamente a iluminação, feita com spots no tetos direcionados aos quadros. A luz refletia nas obras tornando as vezes dificil de ver a obra, principalmente de perto. Na verdade não sei se estou falando bobagem aqui, mas que os reflexos constantes de luz nos quadros me incomodou isso é verdade.
Depois voltei ao parque do retiro, que estava bem mais cheio de gente passeando, namorando e estudando nos gramados do parque. Bem bucólico! :-D
Neste dia no parque do retiro, sentei em um pequeno quiosque e comi um sanduiche. Enquanto as pessoas passavem de patins ou bicletas. Era como se tivesse no aterro no domingo, mas era uma terça feira.
É engraçado, mas é dificil de descreve a emoção de se ver um obra de arte clássica assim ao vivo. Você conhece os desenhos, afinal a maioria delas são muito famosas. Mas ao entrar no museu e ver aquele quadro ali pendurado dá um arrepio, você pode ver as pinceladas e quase sentir o cheiro da tinta. E a tinta que esta ali é a mesma que o pintor usou, foi ela que refletiu a luz de milhares de fotos dais quais muitas você mesmo viu. E é ela que está ali refletindo a luz que está sendo capturada por ninguém menos que você.
Goya é lindo, e ao mesmo tempo que consegue ser extremamente escuro e assustador ele consegue retratar uma linda tarde em um jardim colorido, claro e aconchegante.



