Na quinta eu desci a cerca de 20m para as profundezas de Paris, para chegar as catacumbas. Lá depois de descer uma enorme escada em caracol, e seguir por corredores estreitos, cheguei aos dominios da morte.
Depois deste ponto as paredes são feitas de ossos dos primeiros parisienses. Uma visão bastante impressionante.
Na sexta fui ao centro pompidou aonde pude desfrutar da coleção de arte moderna, bem legal. Sem contar o pequeno ato de comédia na praça, bem divertido.
Eu não acredito que tenha escrito tão pouco sobre as catacumbas. Estas deve ter sido uma dos passeios mais impressionantes de toda a viagem. Criadas para resolver o problema de "superpopulação" nos cemitérios de Paris, na verdade a principio apenas do cemitério dos inocentes. Devido a alguns acidentes fatais neste cemitério em 1780, o Rei mandou que os cemitérios fossem transferidos para as catacumbas.
As catacumbas se extentendem por mais de 100km e uma pequena parte deste labirinto de corredores subterrâneos, fica aberta para turistas. E o resultado da relocação de milhares de esqueletos de paris fica bem clara. A principio segue-se por corredores compridos, que parecem que não vão a lugar nenhum. Depois de muito andar se chega a uma sala com colunas pintadas e entre estas colunas uma porta com os seguites dizeres acima "Arrête, c'est ici l'empire de la mort", ou em português, "Pare, aqui é o império da morte".
A partir desta porta, você continua andando por corredores estreitos, com apenas um detalhe as paredes são feitas inteiramente de ossos humanos. Nas paredes ficam básicamente crânios e membros, enquanto atrás ficam os outro ossos. A visão é bem impressionante, principalmente, por que nunca tinha visto um esqueleto de perto, e ali estavam milhares de esqueletos.
Como era uma sexta-feira, a Daia me chamou para tomarmos um chop no Disney Village. O Disney village é um centro comercial que faz parte do Disney resort, que além do parque "Disneyland", tem também um segundo parque chamado "Disney Studios" e alguns hotéis. Lá bebemos no "Sport's bar", que é um bar tematico sportivo, mas o mais legal é que todos os membros do staff ou "cast members" vão tomar chopps ali. Como a própria Daia é uma "cast member", neste dia conheci uma porção de amigos dela, que trabalharam com ela no parque. Apesar da barreira liguistica deu para ver que eram ótimas pessoas.
Para chegar lá, a partir de Paris, se pega um RER que é uma espécie de metrô que vai para suburbio. A estação para pegar este RER fica na place Charle de Gaule Etoile, para quem não sabe é aonde fica o arco do triunfo. Para chegar lá fui até a torre e fui andando até o arco. Para fazer hora, tinha que chegar lá na Disney tipo umas 21:00, desci a Champ's Éliseé e fui até a Virgin Mega store e a Fnac. Quando estava voltando vi o sol se pondo atráz do Arco do Triunfo, o pôr do sol em si já é um espetáculo, vê-lo ali daquele ponto de vista privilegiado, da avenida mais famosa do mundo, foi um privilégio.
No sabado, fui no centro George Pompidou, sai do metrô dentro de um shopping center subterrâneo. Em cima do tal shopping, uma grande praça com diversos compartimentos em niveis diferentes, o que torna mais dificil ver aonde estão as coisas. Levei um bom tempo para achar o caminho correto, mesmo dando para ver o centro de longe. Mesmo antes de chegar ao centro Pompidou, o ar já respira a arte moderna. Em frente a uma igreja esculturas na forma de mãos e um cabeça.
Chegando na frente do centro, outra atração chama a atenção. Os artistas de rua, reunidos ali na oredem das dezenas. Ali se pode sentar com o seu sanduiche e comer enquanto se assiste, a por exemplo, um comediante que encena uma filmagem e faz o casting com membros da platéia, e é claro faz com que todos que participam do esquete paguem um mico gigantesco. Muito divertido!
Dentro do centro fica o museu nacional de arte moderna. Além disso o centro tem diversas exposições temporarias e um restaurante. E a outra atração do museu é a vista de Paris. Apesar de não ser muito alto, o museu tem uma ótima vista, pois Paris é uma cidade dominada por prédios baixos. Outra coisa interessante do museu é que os seus funcionários não usam uniforme, no lugar disso eles tem apenas um cracha.





